Pode, Arnaldo? Ba-Vi deste domingo será último jogo do comentarista no Campeonato Brasileiro

/ Política

Arnaldo Cézar Coelho vai comentar o Ba-Vi. Foto: Divulgação

O duelo entre Vitória e Bahia, às 16h deste domingo (11) será em clima de despedida. Isso porque o clássico marcará o último jogo do Brasileirão comentado por Arnaldo Cezar Coelho. ”Quando recebi o convite, achei muito significativo”, disse o carioca, em participação no BaTV, da TV Bahia. “Espero que o Ba-Vi seja de respeito, que os jogadores sirvam de exemplo para as crianças”, seguiu. Arnaldo já havia anunciado sua aposentadoria após o fim da partida final da Copa do Mundo 2018. Parceiro de Galvão Bueno em transmissões há mais de 30 anos, ele ainda tinha contrato com a Globo pelo menos até dezembro – e, por isso, seguiu na equipe da emissora. Na época, o comentarista falou: ”A vida da gente é feita de fases. Eu tive a minha como árbitro de futebol, cheguei a apitar uma final (de Copa, a de 1982, entre Alemanha e Itália), que é o grande momento da vida de um árbitro. Eu tive minha fase como comentarista em todas as Copas do Mundo que você (Galvão) esteve comigo. E quero dizer que está chegando ao fim essa fase”. Ele seguiu: ”tenho novos projetos, a Rede Globo está de portas abertas, eu sei disso, mas quero descansar um pouco, porque é realmente uma vida fatigante. Quero me dedicar um pouco à família e aos meus negócios também”.

Campanha online mobiliza mais de dois milhões contra reajuste dos salários de ministros do STF

/ Justiça

Ministros tem aumento salarial. Foto: Reprodução/SCO-STF

Mais de dois milhões de assinaturas já foram declaradas em uma campanha online contra o reajuste de 16,38% no salário dos ministros do Supremo Tribunal Federal, aprovado pelo Senado nesta quinta-feira (8). A iniciativa foi feita pelo Partido Novo, que também entrou com uma petição para que o presidente Michel Temer vete o aumento. A sigla alega  que o reajuste “causa enorme impacto fiscal em todos os Estados brasileiros, devido a alteração do teto de salários do funcionalismo público”. De acordo com o Estadão, se sancionado o projeto de lei que prevê o aumento, a remuneração dos ministros passará de R$ 33,7 mil para R$ 39,2 mil mensais. Cálculos feitos por consultorias da Câmara dos Deputados e do Senado apontam que o chamado “efeito cascata” causado pela expansão do teto do funcionalismo público pode custar cerca de R$ 4,1 bilhões. Estados que enfrentam crises financeiras, como o Rio de Janeiro e Minas Gerais, poderão sofrer para cobrir o aumento na folha de pagamento dos servidores.