Fernando Haddad admite erros do PT e propõe combate a corrupção em estatais

/ Eleições 2018

Haddad concede coletiva de imprensa. Foto: Ricardo Stuckert

O candidato à Presidência Fernando Haddad (PT) admitiu, em conversa com jornalistas, neste sábado (13), que o partido errou na falta de controle de estatais e propôs fortalecer órgãos de controle nas empresas públicas para evitar corrupção. A informação é do G1. O presidenciável participou de encontro com coletivos culturais no conjunto habitacional popular Promar Raposo Tavares, em São Paulo. “Todo dia eu faço uma crítica a algo que foi feito de forma equivocada, mostrando um caminho para superar. O ministério que eu comandei por 6 anos [da Educação] tinha uma controladoria muito forte. Então não tivemos casos de corrupção no ministério que tinha R$100 milhões de orçamento, um dos maiores da República. Esse mesmo tipo de controle eu vou levar para as estatais. São formas de dizer como vamos evitar erros que foram cometidos no passado. Uma das formas é fortalecer os órgãos de controle das estatais”, disse. Questionado se fazia também uma crítica mais dura ao partido, assim como o senador Jorge Viana, que afirmou ao jornal “Folha de São Paulo” que o PT errou ao não assumir que cometeu corrupção, Haddad disse que sim. “Faltou controle interno nas estatais, isso é claro. Os diretores ficaram soltos para promover a corrupção e se enriquecer pessoalmente”, disse. Já sobre os dirigentes do partido, o petista declarou que eles devem ser punidos caso seja comprovada a culpa. “Ai é pior. Se algum dirigente [do partifo] cometeu erro, garantido o amplo direito de defesa, se concluir que enriqueceu, tem que ir pra cadeia. Com provas”, defendeu.

Jair Bolsonaro agradece apoio de João Doria e diz não ter problema em encontrá-lo

/ Eleições 2018

Jair diz estar neutro nas disputas estaduais. Foto: Estadão

O candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, afirmou na manhã deste sábado que seguirá neutro nas disputas eleitorais em segundo turno para os governos estaduais nos Estados em que não há postulantes do partido, mas disse que encontraria com o candidato do PSDB ao governo de São Paulo, João Doria, “sem problemas”. Na sexta-feira, feriado de Nossa Senhora Aparecida, Bolsonaro evitou uma reunião com Doria, apesar da insistência do tucano, cuja assessoria divulgou o encontro, negado por assessores do candidato do PSL. Doria chegou a viajar à tarde para o Rio, mas não encontrou Bolsonaro. Na manhã de sexta, por meio de sua assessoria, Doria, confirmou que se encontraria com Bolsonaro às 17h30. O presidente do PSL, Gustavo Bebianno, porém, disse desconhecer a reunião, agradeceu publicamente a aliança proposta pelo ex-prefeito de São Paulo e declarou que Bolsonaro não apoiaria o tucano. Neste sábado, Bolsonaro comentou a saia-justa em rápida entrevista a jornalistas, ao chegar, pela manhã, na casa do empresário Paulo Marinho, onde tem gravado imagens para a campanha eleitoral na TV. “Estamos neutros, exceto em Estados onde temos candidatos. No tocante ao Dória, quero agradecer ao apoio dele. Não havia combinado (o encontro na sexta-feira), não sei quem foi que combinou isso aqui. Encontro com ele, bato papo com ele sem problema nenhum”, afirmou Bolsonaro, conforme vídeo publicado no portal G1. O presidenciável destacou que a oposição ao PT o une a Doria. “Sei que ele é oposição ao PT, somos oposição ao PT, e sei que, no outro lado, o França, tem apoio velado do PT. Então, no momento, desejo boa sorte ao Dória”, completou Bolsonaro. Questionado sobre sua posição na disputa em segundo turno para o Estado do Rio, entre Eduardo Paes (DEM) e Wilson Witzel (PSC), o presidenciável respondeu: “Aqui (no Rio) estou neutro”.

Ana Paula é vetada na Record, após criticar Bolsonaro e desejar que A Fazenda afunde na audiência

/ Entretenimento

”Bolsonaro não, eu vou embora”, disse Ana. Foto: TV Record

A eliminação de Ana Paula Renault do reality show  ”A Fazenda” da Record TV deu o que falar na noite da última quinta-feira (11). Conhecida por falar tudo que pensa na lata, a moça não se conformou com a saída do programa. Ela disputou a permanência no confinamento com Nadja Pessoa. Na saída, Ana Paula questionou Marcos Mion sobre a edição do programa. ”Vocês passaram tudo? Porque eu não minto, se tem algo que eu tenho segurança, é isso”, disse ela se referindo a as brigas que aconteceu dentro da casa. Em resposta, o apresentador limitou- se a dizer que ela poderia assistir a tudo. ”Não vou assistir. Eu quero que ‘A Fazenda 10’ afunde na audiência. Agora o Chulapa vai sair”, retrucou a ex-peoa, mencionando o participante Chulapa, pois ele disse que tocaria o sino, caso ela fosse eliminada. Em seguida, a jornalista perguntou sobre os resultados das eleições para presidente da República e disparou contra o candidato Jair Bolsonaro: ”Segundo turno pelo menos, né?”. Porém, Mion não respondeu e ela insistiu: ”Segundo turno. Bolsonaro não, eu vou embora”, disse. Por conta das declarações, de acordo com o site ‘TV Foco’, a presença da eliminada no programa ‘Hoje em Dia’ foi cancelada. No entanto, ela participou do Balanço Geral e aproveitou a ocasião para detonar Nadja.

Doria vai ao Rio de Janeiro para encontrar Bolsonaro, mas não é recebido pelo candidato

/ Eleições 2018

Doria tem tentativa de encontro frustrada. Foto: Divulgação

O candidato ao governo de São Paulo, João Doria (PSDB), teve frustrada uma tentativa de encontro com o deputado presidenciável Jair Bolsonaro (PSL). Ele deixou a agenda de campanha na capital paulista para viajar ao Rio de Janeiro, mas não foi recebido pelo deputado. A informação do encontro dos dois foi divulgada pela assessoria de Doria. Os dois se encontrariam às 17h30 na casa de Paulo Marinho, aliado e amigo de Bolsonaro, onde os programas do PSL estão sendo gravados. Doria chegou ao local por volta de 18h, mas não encontrou nem Bolsonaro e nem mesmo Marinho no local. Meia hora depois, Marinho chegou à sua casa acompanhado de Gustavo Bebianno, presidente em exercício do PSL, e de Julian Lemos, vice-presidente da legenda. ”Não tem nenhum encontro marcado entre os dois não. Existe uma conversa institucional no sentido de o PSL agradecer ao apoio que gentilmente está sendo oferecido pelo candidato João Doria em São Paulo a Jair Bolsonaro”, afirmou Bebianno. O episódio provocou um mal-estar na campanha. Enquanto o PSL negou a existência prévia de um acordo, Doria deixou o local dizendo que os planos mudaram devido ao fato de Bolsonaro ter se sentido indisposto. Doria evitou falar com a imprensa quando chegou, e foi embora do local duas horas depois, acompanhado do economista Paulo Guedes e da deputada eleita Joice Hasselman (PSL-SP). Doria demonstrou constrangimento e impaciência com perguntas sobre o motivo de não ter sido recebido por Bolsonaro. Por diversas vezes, indicava que os questionamentos deveriam ser feitos a Joice. ”Eu compreendi perfeitamente isso [a ausência de Bolsonaro]. Se ele tivesse vindo aqui para gravar, feito agenda, sem a nossa presença, poderia haver dúvidas que algo que não pudesse ser simpático”, afirmou, negando que tenha se sentido preterido pelo presidenciável. Ao mesmo tempo em que o ex-prefeito de São Paulo dava a declaração, o deputado fazia uma transmissão ao vivo nas redes sociais. Joice, responsável por agendar o encontro, negou que o objetivo seria a gravação de um vídeo. Ela não possui cargos de direção no PSL. ”Ele não foi porque não foi esse o combinado. Falei com ele [Bolsonaro] ao telefone. Nós marcamos de passar aqui onde haveria uma gravação, eu, como candidata do PSL, agora eleita, e também como voz do partido”, respondeu a deputada eleita ao ser questionada porque Doria não foi ao encontro de Bolsonaro em sua casa, na Barra da Tijuca. Doria e Joice deixaram o local aparentando irritação e pressa sob a justificativa de que tinham retorno imediato a São Paulo. Segundo pessoas do partido, a divulgação da agenda irritou a cúpula do PSL.

O encontro foi cancelado após intervenção do presidente do PSL paulista, Major Olímipio, eleito senador pelo partido no domingo (7). Olímpio apoia o adversário de Doria, Márcio França (PSB), para o governo paulista. A estratégia do PSL é manter a neutralidade nas disputas estaduais, com exceção daqueles em que têm candidatos no segundo turno: Rondônia, Roraima e Santa Catarina. Pessoas ligadas à campanha relataram à Folha que a postura de Doria gerou desconforto. A visão é de que ele tentou forçar um apoio do candidato para ampliar votos em São Paulo. O tucano negou que quisesse apoio e disse que veio ao Rio manifestar novamente que fará campanha a Bolsonaro em São Paulo. Bebianno confirmou que havia previsão de Bolsonaro ir a casa de Marinho para gravar programa de TV, mas negou que houvesse qualquer planejamento de que isso fosse feito com Doria. De acordo com ele, a gravação não foi feita porque o presidenciável se sentiu indisposto. Ele se recupera da facada sofrida em 6 de setembro. Além de ter feito uma transmissão ao vivo pelas redes sociais, Bolsonaro recebeu aliados nesta sexta-feira (12). Foram à sua casa o deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS), Nabhan Garcia (presidente da UDR), e a atriz Regina Duarte. Pessoas ligadas à campanha relataram à Folha que a postura de Doria gerou desconforto. A visão é de que ele tentou forçar um apoio do candidato para ampliar votos em São Paulo.

Em propaganda, Fernando Haddad vai explorar críticas de Bolsonaro ao programa Bolsa Família

/ Eleições 2018

Haddad disputa o 2º turno das eleições. Foto: Tiago Queiroz/Estadão

A campanha de Fernando Haddad (PT) vai explorar contradições de propostas apresentadas por Jair Bolsonaro (PSL), ao destacar posições históricas dele em relação a temas como assistência social e salário mínimo. Segundo a coluna Painel, do jornal Folha de S. Paulo, a ideia da propaganda que Haddad levará ao ar no horário eleitoral deste sábado (13) é passar a mensagem de que Bolsonaro mente ao eleitor. Um aliado do petista diz que a publicidade vai indagar como Bolsonaro pode, hoje, defender ampliação do Bolsa Família se, por anos, foi um crítico severo do programa. Ainda de acordo com a publicação, será explorada a posição do deputado sobre a política de reajuste do salário mínimo, assim como votações em que ele teria se posicionado do ”lado contrário ao do trabalhador”.

Mega-Sena pode pagar R$ 27 milhões para quem acertar as seis dezenas do concurso 2.087

/ Esporte

A Mega-Sena pode pagar R$ 27 milhões para quem acertar as seis dezenas do concurso 2.087, cujo sorteio será realizado às 20h (horário de Brasília) deste sábado, no município de Joaçaba (SC). As apostas podem ser feitas até as 19h (de Brasília) do dia do sorteio, em qualquer lotérica do país ou pela internet. A aposta mínima custa R$ 3,50. Para a aposta simples, com apenas seis dezenas, com preço de R$ 3,50, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa. Já para uma aposta com 15 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 17.517,50, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 10.003, ainda segundo a Caixa.