Lúcio Vieira pede que Zé Ronaldo apoie João Santana para governador: ”Estão tecnicamente empatados”

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Ronaldo aparece com 7% das intenções de voto. Foto: Divulgação

Em entrevista ao site bahia.ba na manhã desta quinta-feira (20), o deputado federal Lucio Vieira Lima afirmou que o MDB baiano vibrou com o resultado da última pesquisa do Ibope para o governo do estado.Segundo o emedebista, o segundo lugar está embolado e todos os candidatos estão tecnicamente empatados atrás do governador Rui Costa (PT). ”Esperavam que Zé Ronaldo nessa altura do campeonato estivesse com 30% e ele está com 7%, então João Santana pode ir para o segundo turno com Rui. Esses números mostram que a melhor alternativa para nós foi ter lançado o nome dele para representar as oposições”, ressaltou ao bahia.ba. Lucio não perdeu a oportunidade de provocar o DEM, presidido nacionalmente pelo prefeito de Salvador, ACM Neto, que questionou a pesquisa e vai pedir auditoria. ”Espero que tomem juízo e até o fim da campanha, o DEM e José Ronaldo apoiem a candidatura de João Santana. Ainda tem tempo”, disse o emedebista.

No Nordeste, Fernando Haddad lidera com folga e Bolsonaro briga com Ciro pelo 2º lugar

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Haddad aparece com 31% em pesquisa. Foto: Ricardo Stuckert

Considerando apenas a região Nordeste, o candidato do PT à Presidência da República, Fernando Haddad, lidera com folga a pesquisa eleitoral divulgada pelo Ibope divulgada nesta terça-feira (18). Na disputa pelo segundo lugar, Ciro Gomes (PDT) e Jair Bolsonaro (PSL) aparecem tecnicamente empatados, com o último 1% atrás. No Nordeste, o crescimento recente de Haddad foi ainda maior que o registrado nacionalmente. Na pesquisa Ibope do dia 11 de setembro, ele tinha 13% das intenções de voto. No levantamento desta terça, o índice subiu para 31%. Confira abaixo os números dos principais candidatos na pesquisa mais recente:

Fernando Haddad (PT): 31%
Ciro Gomes (PDT): 17%
Jair Bolsonaro (PSL): 16%
Marina Silva (Rede): 6%
Geraldo Alckmin (PSDB): 5%

Jair Bolsonaro vai a 28% e Haddad, a 16%; Ciro lidera no 2º turno, mostra pesquisa Datafolha

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Candidato a presidente do PSL segue hospitalizado. Foto: Reprodução

Afastado da campanha nas ruas há duas semanas, o deputado Jair Bolsonaro (PSL) manteve a liderança da corrida presidencial, de acordo com uma nova pesquisa feita pelo Datafolha. Conforme o levantamento, concluído nesta quarta (19), o capitão reformado do Exército oscilou dois pontos para cima e alcançou 28% das intenções de voto, mantendo a trajetória de crescimento observada desde o início da campanha. O ex-prefeito Fernando Haddad (PT), que cresce desde sua confirmação como substituto do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na corrida, atingiu 16% das preferências, três pontos a mais do que na semana passada. O candidato petista continua tecnicamente empatado com Ciro Gomes (PDT), que ficou estagnado, com 13%. O instituto entrevistou 8.601 eleitores de 323 municípios na terça (18) e na quarta (19). A margem de erro é de dois pontos percentuais, e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi contratada pela Folha de S. Paulo e pela TV Globo e registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo BR-06919/2018. As menções espontâneas a Bolsonaro também cresceram nos últimos dias, assim como as citações a Haddad. Bolsonaro cresceu no Sudeste, Norte e Sul, onde atingiu sua melhor marca (37%), e ganhou pontos entre jovens e até entre mulheres, apesar da grande rejeição no segmento. O petista cresceu no Sudeste e no Nordeste -onde alcança a melhor pontuação (26%) e única região em que está à frente de Bolsonaro. O ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB), que tem quase metade do tempo de TV, está estagnado na pesquisa, com 9%. O tucano aparece empatado com Marina Silva (Rede), que agora soma 7% das preferências, menos da metade do que tinha no início da campanha. As simulações do Datafolha para segundo turno mostram que Ciro é o único candidato que venceria todos os rivais. Ele bateria Bolsonaro com 45% das intenções, vantagem de 6 pontos sobre o capitão. Nos outros cenários, Bolsonaro empata com Haddad, Alckmin e Marina. A rejeição a Bolsonaro continua alta, e a de Haddad cresceu. Segundo a pesquisa, 43% dos eleitores dizem que não votariam de jeito nenhum no capitão e 29% rejeitam o petista. Os eleitores de Bolsonaro e Haddad são os mais convictos. Apenas um de cada quatro apoiadores dos candidatos admite escolher outro nome. No conjunto do eleitorado, 40% dizem que podem mudar o voto. Entre eles, 15% indicam Ciro como segunda opção, 13% apontam Marina, 12% optam por Haddad e Alckmin e 11% indicam Bolsonaro.

Após desgaste com declarações, Jair Bolsonaro enquadra General Mourão e Paulo Guedes

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Bolsonaro enquadra o seu vice General Mourão. Foto: Divulgação

O candidato do PSL ao Planalto nas eleições 2018, Jair Bolsonaro, determinou que o vice na chapa, general Hamilton Mourão (PRTB), e o conselheiro na área econômica, Paulo Guedes, reduzam suas atividades eleitorais. A campanha quer estancar o desgaste provocado por declarações polêmicas dos dois aliados. Nesta quarta-feira, 19, o perfil de Bolsonaro no Twitter teve de reiterar o compromisso com a redução da carga tributária após notícia de que Guedes estuda como proposta para eventual governo a criação de um imposto nos moldes da antiga CPMF, o que põe em xeque o discurso da campanha. Declarações e a movimentação eleitoral do candidato a vice também constrangeram Bolsonaro e a cúpula da campanha nos últimos dias. Do quarto do Hospital Albert Einstein, em São Paulo, onde se recupera do atentado a faca que sofreu, Bolsonaro acompanhou pelo noticiário Mourão defender uma Constituição elaborada por não eleitos e a ideia de que filhos criados por mães e avós, sem a presença do pai, correm mais risco de entrar para o tráfico. Ao visitar Bolsonaro no hospital, nesta terça-feira, 18, o general da reserva ouviu uma determinação. O presidenciável pediu que o vice suspendesse a agenda de viagens. O candidato ao Planalto avaliou que a campanha entrou num momento decisivo e que não podia correr mais riscos, segundo relataram à reportagem integrantes da equipe. O general da reserva encurtou uma viagem ao interior de São Paulo, que iria até esta sexta-feira, 21, e cancelou um evento, no domingo, 23, em Porto Alegre. Ele ficará em sua casa no Rio para uma “reavaliação de discurso”, informou um assessor. Mourão pretende, ainda segundo a assessoria, descansar depois de 15 dias de viagens e eventos. Somente no fim da manhã desta quarta-feira o vice deu uma palestra na Faculdade de Direito de Bauru (SP), concedeu entrevista em uma estação local de TV e almoçou com um grupo de cerca de 40 empresários da região, líderes políticos e assessores. Na campanha do PSL, a crítica recorrente é que, após a internação de Bolsonaro, Mourão foi para a “linha de frente” sem experiência política. O general da reserva, segundo um interlocutor da equipe, assumiu uma agenda de cabeça de chapa sendo candidato a vice. A avaliação interna é de que Mourão pôs em risco o favoritismo de Bolsonaro. Já a movimentação de Guedes obrigou a uma reação de Bolsonaro. “Nossa equipe econômica trabalha para redução de carga tributária, desburocratização e desregulamentações. Chega de impostos é o nosso lema! Somos e faremos diferente”, escreveu ele no Twitter. As declarações de Bolsonaro foram feitas depois de o jornal Folha de S.Paulo afirmar que o economista citou a uma plateia restrita pontos do que seria sua política tributária, com a criação de um imposto nos moldes da CPMF e a unificação da alíquota do Imposto de Renda.

Eleições 2018: 1/3 dos candidatos nas eleições deste ano não tem receita nem despesa

/ Eleições 2018

Cerca de 35% dos 24.798 candidatos aptos a participar das eleições 2018 não declararam qualquer movimentação financeira (receita e despesa) à Justiça Eleitoral no primeiro mês de campanha. Levantamento feito pelo Estadão/Broadcast aponta que 8.593 candidatos não apresentaram contas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) – dos quais 2.694 são mulheres. O número chega a 9.017 se for considerado o total de candidatos que não tiveram receita, independentemente de haver despesa ou não. Na avaliação de analistas, um dos fatores que explicam o grande número de campanhas sem fluxo de dinheiro é a redução dos gastos eleitorais. Com a proibição das doações empresariais determinada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), os candidatos têm recebido recursos de pessoas físicas e também podem ter as campanhas financiadas com o Fundo Eleitoral – R$ 1,7 bilhão para todos os 35 partidos – e com parte do Partidário – aproximadamente R$ 880 milhões. O advogado e ex-ministro do TSE Henrique Neves pondera, no entanto, que é preciso avaliar que, quando a falta de dinheiro na campanha está aliada a outros indícios, como ausência de pedido de apoio a eleitores e de votos nas urnas, pode motivar suspeitas sobre uma “candidatura laranja” – ou seja, candidatos lançados para cumprir cotas partidárias, como a de mulheres. Em março, o Supremo decidiu que ao menos 30% da verba do Fundo Eleitoral tem de ser destinada para candidaturas femininas. Para o ex-ministro do TSE, a ausência de fluxo de dinheiro também aponta uma dificuldade dos candidatos em conseguir doadores, mas destaca que a campanha “precisa ser feita de alguma forma”. Ele destaca que, se não há dinheiro para fazer um adesivo ou um cartaz, por exemplo, o candidato pode participar de reuniões ou mesmo “pedir votos para o vizinho”, afirmou.

Mega-Sena especial vai sortear no concurso desta quinta-feira prêmio de R$ 17 milhões

/ Esporte

O apostador que acertar sozinho o prêmio principal do concurso 2.080 da Mega-Sena poderá colocar em sua conta bancária o prêmio de R$ 17 milhões. O sorteio, que será feito nesta quinta-feira, faz parte da Mega Semana do Apostador, que já teve uma extração especial na última terça-feira (18), mas sem ganhador, com o prêmio acumulando para hoje. O sorteio acontece no Caminhão da Sorte, que está estacionado na cidade de Oliveira, em Minas Gerais. Segundo a Caixa, caso aplicado na poupança o prêmio renderia cerca de R$ 63 mil por mês. A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 3,50 e pode ser feita até as 19h (horário de Brasília) em qualquer uma das mais de 13 mil casas lotéricas credenciadas pela Caixa em todo o país.