Vitória vence Ceará por 2 a 1 e respira no Brasileirão deixando a zona de rebaixamento

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O Leão venceu por 2 a 1. Foto: Mauricia da Matta / EC Vitória

Sob o sol escaldante em jogo que começou às 11h da manhã, e que castigou jogadores e torcedores, o Vitória precisou suar para vencer o Ceará por 2 a 1 neste domingo (20) e enfim deixar a zona de rebaixamento do Brasileirão, graças ao segundo triunfo consecutivo na competição. Com a estreia do goleiro Elias, no lugar do contestado Caíque, o Vitória chegou a ser assustado pela equipe visitante logo ao início da partida, mas logo tomou a dianteira do placar. Após passe magistral de Neílton que quebrou a marcação, Wallyson invadiu a área sozinho e tocou na saída do goleiro para abrir o placar. O Ceará empatou no 2º tempo com um chute forte de Wescley, após bola mal rebatida pela zaga do Vitória, e chegou a pressionar em busca da virada. Porém, dez minutos após, o goleiro Everson cometeu um pênalti bobo em Lucas Fernandes e Neílton converteu. Com o triunfo o rubro-negro deixou a zona de rebaixamento e subiu momentaneamente para a 10ª posição com 7 pontos conquistados. O próximo compromisso do Rubro-negro será no próximo domingo (27) contra o Botafogo no estádio do Engenhão.

Brasileirão: Bahia é atropelado pelo Palmeiras e continua na zona de rebaixamento

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Palmeiras vence o Bahia por 3 a 0. Foto: Divulgação/Palmeiras

Os 45 minutos do primeiro tempo foram suficientes para o Palmeiras fazer 3 a 0 no Bahia na noite deste sábado em São Paulo, pela 6ª rodada da Série A do Campeonato Brasileiro. Logo aos três minutos de jogo, Willian deu o tom da partida, abrindo o placar.  Antônio Carlos fez o segundo gol, aos 33, e Borja fechou o caixão Tricolor aos 42 da primeira etapa. Com o resultado, o Verdão pulou para a 3ª colocação, com 11 pontos. O Bahia, com apenas cinco pontos, entrou na zona de rebaixamento, caindo para a 17ª posição. A situação do Esquadrao ainda pode se complicar a depender do resultados dos jogos que ainda faltam para fechar a 6ª rodada.

Desemprego cresce e já atinge quase um terço dos jovens brasileiros entre 18 e 24 anos

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Desde o início de 2016, a desocupação entre os brasileiros de 18 a 24 anos não fica abaixo da casa dos 24%. E, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, do IBGE, essa taxa vem até aumentando: passou de 25% no final de 2017 para 28,1% no primeiro trimestre deste ano. Com a recuperação tímida da economia, o desemprego ainda resiste e deixa marcas nos “filhos da crise” – a geração que chegou ao mercado quando as oportunidades de trabalho tinham sumido. No fim do ano passado, eram 4 milhões os jovens em todo o País que estavam sem uma ocupação. O número de ocupados como informais também cresceu mais entre esses brasileiros do que nas demais faixas etárias nos anos recentes, de acordo com análise da consultoria LCA a partir dos dados da Pnad. Com pouca experiência, esses jovens muitas vezes foram empurrados para o mercado de trabalho mais cedo, quando o desemprego atingiu os chefes de domicílio. A taxa de desocupação entre os principais responsáveis pela família mais que dobrou entre o quarto trimestre de 2012, primeiro ano da Pnad, e o fim do ano passado, indo de 3,5% para 7,4%, diz o economista Sérgio Firpo, do Insper. Leia mais no Estadão.